Sábado, 7 de Abril de 2007
Soneto da Fidelidade
De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.

E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa (me) dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.

Vinícius De Moraes


publicado por Carol_k às 11:07
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Terça-feira, 3 de Abril de 2007
Pensamentos Desinteressantes

O consenso em relação à arbitragem do clássico deixa-me sem palavras..

 


 

Acabei de ouvir as declarações do senhor dos pneus sobre os incidentes no seu estádio.. O homem calado é um poeta!



publicado por rjm99 às 23:36
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